{"id":176,"date":"2013-09-20T13:39:21","date_gmt":"2013-09-20T13:39:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.eliezia.com.br\/site\/?p=176"},"modified":"2014-01-09T11:21:52","modified_gmt":"2014-01-09T11:21:52","slug":"uol-setembro-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.eliezia.com.br\/entrevistas\/uol-setembro-de-2013","title":{"rendered":"UOL, setembro de 2013"},"content":{"rendered":"

Entrevista concedida pela m\u00e9dia Eli\u00e9zia Alvarenga ao portal UOL, na mat\u00e9ria “Alimenta\u00e7\u00e3o incorreta e estresse podem deflagrar crises de labirintite”, publicada no dia 20\/09\/2013. Leia a reportagem completa abaixo:<\/p>\n

Alimenta\u00e7\u00e3o incorreta e estresse podem deflagrar crises de labirintite<\/h2>\n

Voc\u00ea acorda cedinho e parece que tudo est\u00e1 girando. A\u00ed, voc\u00ea sente tontura, enjoo, perde o equil\u00edbrio e tem um grande mal-estar. Cuidado, isso pode ser labirintite.<\/p>\n

Labirintite \u00e9 um termo usado popularmente para descrever quadros de tontura e vertigem. Mas, na verdade, \u00e9 uma doen\u00e7a pouco frequente, caracterizada por uma infec\u00e7\u00e3o ou inflama\u00e7\u00e3o no labirinto (estrutura do ouvido interno constitu\u00edda pela c\u00f3clea, respons\u00e1vel pela audi\u00e7\u00e3o, e pelo vest\u00edbulo, respons\u00e1vel pelo equil\u00edbrio).<\/p>\n

“As altera\u00e7\u00f5es do equil\u00edbrio decorrentes do labirinto deveriam ser denominadas altera\u00e7\u00f5es vestibulares”, ensina Eli\u00e9zia Alvarenga, otorrinolaringologista do Hospital Samaritano de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n

Essas altera\u00e7\u00f5es vestibulares, ao contr\u00e1rio, s\u00e3o muito comuns, e atingem cerca de 33% das pessoas em algum per\u00edodo da vida, de acordo com uma pesquisa realizada pela Unifesp (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo) no ano passado. E podem ser desencadeadas pela m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o e pelo estresse.<\/p>\n

Uma quest\u00e3o de equil\u00edbrio<\/strong><\/p>\n

O equil\u00edbrio corporal \u00e9 algo complexo e depende das respostas dos dois labirintos (direito e esquerdo, que devem estar em sintonia), do sistema musculoesquel\u00e9tico, que envolve a coluna e nos mant\u00e9m ereto; e do sistema visual, que tem uma atua\u00e7\u00e3o no sistema modulador e transmissor dos impulsos nervosos respons\u00e1veis pelo equil\u00edbrio, dadas pelo sistema nervoso central.<\/p>\n

“Quando qualquer doen\u00e7a causa um dist\u00farbio nesse sistema, podem ser desencadeadas tonturas, instabilidades ou at\u00e9 vertigens fortes com n\u00e1useas e v\u00f4mitos. Isso \u00e9 a `labirintite’, termo gen\u00e9rico para as doen\u00e7as do labirinto”, explica Ricardo Ferreira Bento, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia e diretor da Divis\u00e3o de Otorrinolaringologia do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Como o labirinto \u00e9 parte do sistema do ouvido, a labirintite \u00e9 relacionada \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o auditiva, zumbido ou sensa\u00e7\u00e3o de “ouvido cheio”.<\/p>\n

S\u00e3o in\u00fameras as causas das chamadas labirintites. O labirinto pode ser afetado por altera\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias, infecciosas, traum\u00e1ticas, metab\u00f3licas, vasculares, degenerativas, neurol\u00f3gicas, end\u00f3crinas, tumorais, por medica\u00e7\u00f5es ou abuso de drogas entre outras. J\u00e1 a labirintite real (a infec\u00e7\u00e3o ou inflama\u00e7\u00e3o do labirinto) pode ser causada por v\u00edrus, bact\u00e9rias, les\u00e3o na cabe\u00e7a, alergia ou ser uma rea\u00e7\u00e3o a um determinado medicamento.<\/p>\n

“Apesar do quadro de tonturas e n\u00e1useas ser muito desagrad\u00e1vel, na maioria das vezes a labirintite n\u00e3o \u00e9 causada por um problema de maior gravidade”, diz Luiz Ubirajara Sennes, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia e coordenador do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Otorrinolaringologia da FMUSP. De qualquer forma, ele recomenda sempre procurar aux\u00edlio m\u00e9dico quando houver uma crise de tontura, para que seja investigada sua causa e afastada a suspeita de doen\u00e7as graves.<\/p>\n

Cuidado com o que voc\u00ea come<\/strong><\/p>\n

Os alimentos tamb\u00e9m podem interferir nas crises de labirintite. Os tr\u00eas principais inimigos do ouvido interno s\u00e3o o a\u00e7\u00facar, o sal e a cafe\u00edna. A ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facar em excesso pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao c\u00e9rebro. O sal est\u00e1 relacionado ao aumento da press\u00e3o nos vasos, o que tamb\u00e9m pode perturbar o labirinto. E a cafe\u00edna pode estimular demais o labirinto, tamb\u00e9m causando perturba\u00e7\u00f5es.<\/p>\n

“H\u00e1bitos alimentares inadequados como ingest\u00e3o de muita gordura e a\u00e7\u00facar podem levar a altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas que ir\u00e3o afetar o correto funcionamento do labirinto (colesterol aumentado, hipoglicemia por hiperinsulinismo, entre outras)”, alerta Sennes.<\/p>\n

\u00c9 preciso prestar aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas no que se come, mas tamb\u00e9m em como se come. Comer sentado \u00e0 mesa, sem pressa e tranquilamente, diminui o estresse, ajuda a digest\u00e3o e faz bem para todo o corpo \u2013 at\u00e9 mesmo para o equil\u00edbrio. Outra atitude que ajuda \u00e9 comer a cada tr\u00eas horas, pois o labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxig\u00eanio para exercer suas fun\u00e7\u00f5es. Ficar em jejum, portanto, n\u00e3o \u00e9 uma boa ideia.<\/p>\n

Hidratar-se tamb\u00e9m \u00e9 essencial. Beber aproximadamente dois litros de \u00e1gua por dia \u00e9 fundamental para que todas as rea\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas do corpo ocorram adequadamente.<\/p>\n

No stress<\/strong><\/p>\n

O estresse tamb\u00e9m pode levar a tonturas, pois \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o do estado normal do organismo, com mudan\u00e7as na libera\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios, das fun\u00e7\u00f5es cardiovasculares e digestivas, do sistema nervoso e psicol\u00f3gicas que podem afetar secundariamente o labirinto.<\/p>\n

O estresse influencia no desencadeamento da sensa\u00e7\u00e3o de tontura, o que, muitas vezes, acaba confundindo o diagn\u00f3stico da labirintite.<\/p>\n

Mas ainda n\u00e3o se sabe com certeza se o estresse poderia causar a labirintite. No entanto, sabe-se que ele pode desencadear uma crise, assim como agravar seus sintomas.<\/p>\n

“O estresse, muitas vezes, pode ser o gatilho para a crise e sua manuten\u00e7\u00e3o, gerando inseguran\u00e7a e retroalimentando a tontura e o estresse. Em um determinado momento dificulta saber o que veio primeiro: a tontura ou o estresse”, diz Alvarenga.<\/p>\n

Nem toda tontura \u00e9 labirintite<\/strong><\/p>\n

Tontura n\u00e3o \u00e9 doen\u00e7a, mas, sim, um sintoma que pode surgir em numerosas doen\u00e7as. \u00c9 um sinal de alerta de que algo n\u00e3o vai bem no organismo.<\/p>\n

As tonturas est\u00e3o entre os sintomas mais frequentes em todo o mundo e s\u00e3o de origem labir\u00edntica em 85% dos casos. Mas elas podem estar relacionadas a outros problemas tamb\u00e9m. Um deles \u00e9 o j\u00e1 citado estresse. Outros podem ser queda repentina da press\u00e3o arterial, desidrata\u00e7\u00e3o e queda na taxa de a\u00e7\u00facar no sangue (hipoglicemia), e at\u00e9 mesmo problemas card\u00edacos, hipertens\u00e3o e tumores.<\/p>\n

“Por isso, \u00e9 sempre importante procurar servi\u00e7o m\u00e9dico especializado para diagnosticar as causas e realizar o tratamento adequado”, recomenda Bento.<\/p>\n

Para descobrir as causas, inicialmente \u00e9 feita uma s\u00e9rie de testes, que s\u00e3o chamados de otoneurol\u00f3gicos, para diagnosticar se o problema \u00e9 no labirinto e o que o provoca. Quando diagnosticada a labirintite, o tratamento varia de acordo com a causa, e pode ir de medicamentos para melhorar problemas do labirinto e da circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea at\u00e9 interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas.<\/p>\n

Fonte:\u00a0http:\/\/noticias.uol.com.br\/saude\/ultimas-noticias\/redacao\/2013\/09\/20\/alimentacao-incorreta-e-estresse-podem-deflagrar-crises-de-labirintite.htm<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"

Entrevista concedida pela m\u00e9dia Eli\u00e9zia Alvarenga ao portal UOL, na mat\u00e9ria “Alimenta\u00e7\u00e3o incorreta e estresse podem deflagrar crises de labirintite”, publicada no dia 20\/09\/2013. Leia a reportagem completa abaixo: Alimenta\u00e7\u00e3o incorreta e estresse podem deflagrar crises de labirintite Voc\u00ea acorda cedinho e parece que tudo est\u00e1 girando. A\u00ed, voc\u00ea sente tontura, enjoo, perde o equil\u00edbrio e tem um grande mal-estar. Cuidado, isso pode ser labirintite. Labirintite \u00e9 um termo usado popularmente para descrever quadros de tontura e vertigem. Mas, na verdade, \u00e9 uma doen\u00e7a pouco frequente, caracterizada por uma infec\u00e7\u00e3o ou inflama\u00e7\u00e3o no labirinto (estrutura do ouvido interno constitu\u00edda pela c\u00f3clea, respons\u00e1vel pela audi\u00e7\u00e3o, e pelo vest\u00edbulo, respons\u00e1vel pelo equil\u00edbrio). “As altera\u00e7\u00f5es do equil\u00edbrio decorrentes do labirinto deveriam ser denominadas altera\u00e7\u00f5es vestibulares”, ensina Eli\u00e9zia Alvarenga, otorrinolaringologista do Hospital Samaritano de S\u00e3o Paulo. Essas altera\u00e7\u00f5es vestibulares, ao contr\u00e1rio, s\u00e3o muito comuns, e atingem cerca de 33% das pessoas em algum per\u00edodo da vida, de acordo com uma pesquisa realizada pela Unifesp (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo) no ano passado. E podem ser desencadeadas pela m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o e pelo estresse. Uma quest\u00e3o de equil\u00edbrio O equil\u00edbrio corporal \u00e9 algo complexo e depende das respostas dos dois labirintos (direito e esquerdo, que devem estar em sintonia), do sistema musculoesquel\u00e9tico, que envolve a coluna e nos mant\u00e9m ereto; e do sistema visual, que tem uma atua\u00e7\u00e3o no sistema modulador e transmissor dos impulsos nervosos respons\u00e1veis pelo equil\u00edbrio, dadas pelo sistema nervoso central. “Quando qualquer doen\u00e7a causa um dist\u00farbio nesse sistema, podem ser desencadeadas tonturas, instabilidades ou at\u00e9 vertigens fortes com n\u00e1useas e v\u00f4mitos. Isso \u00e9 a `labirintite’, termo gen\u00e9rico para as doen\u00e7as do labirinto”, explica Ricardo Ferreira Bento, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia e diretor da Divis\u00e3o de Otorrinolaringologia do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Como o labirinto \u00e9 parte do sistema do ouvido, a labirintite \u00e9 relacionada \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o auditiva, zumbido ou sensa\u00e7\u00e3o de “ouvido cheio”. S\u00e3o in\u00fameras as causas das chamadas labirintites. O labirinto pode ser afetado por altera\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias, infecciosas, traum\u00e1ticas, metab\u00f3licas, vasculares, degenerativas, neurol\u00f3gicas, end\u00f3crinas, tumorais, por medica\u00e7\u00f5es ou abuso de drogas entre outras. J\u00e1 a labirintite real (a infec\u00e7\u00e3o ou inflama\u00e7\u00e3o do labirinto) pode ser causada por v\u00edrus, bact\u00e9rias, les\u00e3o na cabe\u00e7a, alergia ou ser uma rea\u00e7\u00e3o a um determinado medicamento. “Apesar do quadro de tonturas e n\u00e1useas ser muito desagrad\u00e1vel, na maioria das vezes a labirintite n\u00e3o \u00e9 causada por um problema de maior gravidade”, diz Luiz Ubirajara Sennes, professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia e coordenador do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Otorrinolaringologia da FMUSP. De qualquer forma, ele recomenda sempre procurar aux\u00edlio m\u00e9dico quando houver uma crise de tontura, para que seja investigada sua causa e afastada a suspeita de doen\u00e7as graves. Cuidado com o que voc\u00ea come Os alimentos tamb\u00e9m podem interferir nas crises de labirintite. Os tr\u00eas principais inimigos do ouvido interno s\u00e3o o a\u00e7\u00facar, o sal e a cafe\u00edna. A ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facar em excesso pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao c\u00e9rebro. O sal est\u00e1 relacionado ao aumento da press\u00e3o nos vasos, o que tamb\u00e9m pode perturbar o labirinto. E a cafe\u00edna pode estimular demais o labirinto, tamb\u00e9m causando perturba\u00e7\u00f5es. “H\u00e1bitos alimentares inadequados como ingest\u00e3o de muita gordura e a\u00e7\u00facar podem levar a altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas que ir\u00e3o afetar o correto funcionamento do labirinto (colesterol aumentado, hipoglicemia por hiperinsulinismo, entre outras)”, alerta Sennes. \u00c9 preciso prestar aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas no que se come, mas tamb\u00e9m em como se come. Comer sentado \u00e0 mesa, sem pressa e tranquilamente, diminui o estresse, ajuda a digest\u00e3o e faz bem para todo o corpo \u2013 at\u00e9 mesmo para o equil\u00edbrio. Outra atitude que ajuda \u00e9 comer a cada tr\u00eas horas, pois o labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxig\u00eanio para exercer suas fun\u00e7\u00f5es. Ficar em jejum, portanto, n\u00e3o \u00e9 uma boa ideia. Hidratar-se tamb\u00e9m \u00e9 essencial. Beber aproximadamente dois litros de \u00e1gua por dia \u00e9 fundamental para que todas as rea\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas do corpo ocorram adequadamente. No stress O estresse tamb\u00e9m pode levar a tonturas, pois \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o do estado normal do organismo, com mudan\u00e7as na libera\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios, das fun\u00e7\u00f5es cardiovasculares e digestivas, do sistema nervoso e psicol\u00f3gicas que podem afetar secundariamente o labirinto. O estresse influencia no desencadeamento da sensa\u00e7\u00e3o de tontura, o que, muitas vezes, acaba confundindo o diagn\u00f3stico da labirintite. Mas ainda n\u00e3o se sabe com certeza se o estresse poderia causar a labirintite. No entanto, sabe-se que ele pode desencadear uma crise, assim como agravar seus sintomas. “O estresse, muitas vezes, pode ser o gatilho para a crise e sua manuten\u00e7\u00e3o, gerando inseguran\u00e7a e retroalimentando a tontura e o estresse. Em um determinado momento dificulta saber o que veio primeiro: a tontura ou o estresse”, diz Alvarenga. Nem toda tontura \u00e9 labirintite Tontura n\u00e3o \u00e9 doen\u00e7a, mas, sim, um sintoma que pode surgir em numerosas doen\u00e7as. \u00c9 um sinal de alerta de que algo n\u00e3o vai bem no organismo. As tonturas est\u00e3o entre os sintomas mais frequentes em todo o mundo e s\u00e3o de origem labir\u00edntica em 85% dos casos. Mas elas podem estar relacionadas a outros problemas tamb\u00e9m. Um deles \u00e9 o j\u00e1 citado estresse. Outros podem ser queda repentina da press\u00e3o arterial, desidrata\u00e7\u00e3o e queda na taxa de a\u00e7\u00facar no sangue (hipoglicemia), e at\u00e9 mesmo problemas card\u00edacos, hipertens\u00e3o e tumores. “Por isso, \u00e9 sempre importante procurar servi\u00e7o m\u00e9dico especializado para diagnosticar as causas e realizar o tratamento adequado”, recomenda Bento. Para descobrir as causas, inicialmente \u00e9 feita uma s\u00e9rie de testes, que s\u00e3o chamados de otoneurol\u00f3gicos, para diagnosticar se o problema \u00e9 no labirinto e o que o provoca. Quando diagnosticada a labirintite, o tratamento varia de acordo com a causa, e pode ir de medicamentos para melhorar problemas do labirinto e da circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea at\u00e9 interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas. 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